quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Assembleia Anual ANIMAG: Para uma pastoral evangelizadora e missionária


Este foi o tema que congregou aqueles e aquelas, que a nível dos Institutos Missionários ad gentes, se dedicam ao serviço da animação missionária em Portugal. Cerca de 55 animadores missionários, de 08 – 11 de Novembro, no Centro Pastoral de Viseu, se reuniram para reflectir, avaliar e programar a sua acção ao serviço de uma pastoral evangelizadora e missionária.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Convocatória para a Assembleia Anual ANIMAG

O Coordenador e a Direcção do Secretariado Nacional do ANIMAG convocam todos os membros do Secretariado ANIMAG e todos os animadores (as) missionários (as) dos Institutos Missionários, membros do IMAG, para a sua Assembleia Anual no Centro Pastoral de Viseu nos dias 08 - 11 de Novembro 2011.

Como habitual esta Assembleia terá uma parte de estudo e reflexão. Faremos a nossa Assembleia Anual.

Inscrições:
Agradecemos que façam a inscrição até fins de Outubro 2011 para:
antónio.farias@espiritanos.org
Tel: 912186346 // 226 199 720 


Descarregue o programa, em PDF, AQUI

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Jornadas Missionárias 2011: Conclusões

Jornadas Missionárias 2011

“Voluntariado e Missão” foi o tema desenvolvido pelas Jornadas Missionárias 2011. Realizaram-se em Fátima de 16 a 18 de Setembro, no Convívio de S. Agostinho, com a participação de cerca de 400 pessoas.
O tema foi motivado  pelo Ano Europeu do Voluntariado e inspirado pela Carta Pastoral da Conferência Episcopal Portuguesa sobre o voluntariado. As linhas de força do voluntariado social, pastoral e missionário foram aprofundadas por meio de conferências, experiências de vida e celebrações litúrgicas.
Constatamos que, ao longo da história da humanidade e da Igreja, a maioria dos serviços, associações e causas têm funcionado e ainda funcionam graças ao serviço dedicado, voluntário e anónimo dum número incontável de pessoas. Nos últimos 20 anos, em Portugal, começaram a surgir organizações cujo único objetivo é promover, formar e enviar voluntários, de curta ou longa duração, para uma Missão específica. Na Igreja, é a Fundação Fé e Cooperação (FEC) que coordena a plataforma do voluntariado missionário.

Sintetizamos a partilha e a reflexão destas Jornadas num decálogo do voluntariado missionário.

SER VOLUNTÁRIO É 1. Encontrar na Fé e identidade com Cristo a verdadeira motivação para fazer voluntariado, perto ou longe, na Igreja ou na sociedade.
2. Continuar a Missão de Jesus, por meio do próprio testemunho e coerência de vida, contribuindo assim para a construção do Reino de Deus no mundo.
3. Exercer a cidadania, baseada na corresponsabilidade pelo bem comum e universal.
4. Fazer a diferença profética, num mundo centrado no bem pessoal, no lucro e na exploração do outro e da natureza.
5. Viver numa atitude de abertura aos desafios do mundo, mais do que procurar ações e experiências pontuais.
6. Ter uma nova consciência social, motivada pelo amor ao próximo e não pela necessidade de resolver os próprios problemas.
7. Viver em formação permanente e específica para melhor poder servir com qualidade e sustentabilidade.
8. Criar relações de vizinhança, fundadas no respeito e na solidariedade entre irmãos, iguais na dignidade, mas diferentes nas necessidades.
9. Aprender a trabalhar em equipa e em rede, criando comunhão e promovendo solidariedade local e global.
10. Acreditar que quem quer partilhar a vida e o seu tempo gratuitamente sempre arranja maneira, pois é dando que se recebe; mas quem vive para si mesmo sempre arranja desculpas.

Os participantes pedem aos nossos governantes que promovam o voluntariado e lhe deem um enquadramento jurídico que proteja o voluntário empresarial da exploração, apoie o voluntariado de longa duração no regresso ao trabalho remunerado e incentive os jovens à prática do voluntariado como raiz de mudança social.
As próximas Jornadas Missionárias serão em Fátima, de 14 a 16 de Setembro de 2012.

Fátima, 18 de Setembro de 2011

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Curso de Missiologia 2011


Sempre quis saber mais acerca da Missão?
É leigo/a e deseja partir em missão?
É religioso/a e quer ter respostas acerca do que é fazer missão?
Ou apenas tem curiosidade sobre o que é ser missionário/a nos dias de hoje?
Então o Curso de Missiologia é para si!



domingo, 29 de maio de 2011

“Eu pedirei ao Pai que vos dê outro Defensor que esteja sempre convosco, o Espírito da verdade”


Jesus, como nos amas! Que consagraste cada momento da Tua vida para que nós entendêssemos o Teu amor até ao final vida desde o Teu nascimento, passando pela vida oculta, pelos três anos de anúncio, até à Tua morte e ressurreição, foi por nós. E hoje continuas a demonstrar o Teu amor, e por isso prometes-nos um DEFENSOR, o Espírito da verdade. Tu sabes, senhor, que sem um defensor é muito difícil viver como cristãos. Sem um Defensor nada podemos fazer! Por vezes dentro de nós vivem tantos acusadores, e os mais fortes são as nossas exigências, medos, as metas que colocamos e que nem sempre conseguimos alcançar.

Por vezes a maior acusação vem dos nossos pensamentos, das queixas, dúvidas, arrependimentos por tudo o que não podemos fazer. E Tu, Senhor, conheces tudo isto que vivemos por dentro, por isso vês que necessitamos de Alguém que nos defensa, assim envias-nos o Defensor, pois tudo isto paralisa-nos, e impede-nos de sermos livres para amar.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Secretariado do ANIMAG informa

Reunião Secretariado do ANIMAG
No dia 24 de Maio às 10:00 da manhã, reuniu-se o Secretariado do ANIMAG. Como habitual, a reunião foi de avaliação das diferentes actividades promovidas pelo ANIMAG e de programação das próximas actividades. 

Avaliação das Semanas Missionárias
  • A semana da região da Régua: nos dias 02 – 10 de Abril, a pedido dos párocos das paróquias dos municípios da Régua, Mesão Frio e Sta Marta de Penaguião, 09 equipas missionárias realizaram uma semana missionária. Pelo testemunho de párocos e missionários, foi do agrado de todos. No entanto, observou-se que poderia ter havido uma preparação mais cuidada para envolver mais os leigos e que a semana respondesse à realidade de cada paróquia. Sem dúvida que uma actividade deste tipo deve ser pensada e programada de modo que responda ao à situação em que a comunidade cristã se encontra: uma coisa é uma semana que incida sobre o despertar para a fé e a consciência comunitária; outra coisa será incidir sobre a dimensão missionária ad Igreja. Talvez nas próximas actividades deste tipo, há que ter em conta a realidade e dar mais tempo à sua preparação. Os leigos das paróquias devem ser envolvidos como agentes e protagonistas da semana juntamente com os missionários e os párocos. 

domingo, 15 de maio de 2011


“Eu sou o Bom Pastor. Eu sou a porta das ovelhas (…) Quem entra por Mim salvar-se-á, poderá entrar e sair”
Neste Domingo o Evangelho conduz-nos a aprofundar no texto do Bom Pastor. Jesus vem mostrar-nos o caminho, mas não nos fala somente sobre o caminho, fala-nos também da porta. E porque da porta? Porque na vida, diante das situações em que vivemos, necessitamos saber que podemos entrar e sair. Na vida passamos por muitas fases: de dor, de confusão interna, de rotina, de obrigações que temos que assumir; e por vezes vivemos com a sensação que estamos num túnel sem saída. Outras temos a vivência de que estamos diante de um muro enorme, onde não vemos saída. E aí Jesus diz-nos: “Eu tenho a chave para que encontres a luz”.

domingo, 8 de maio de 2011




“Eles reconheceram que era o Senhor ao partir do pão”


Queridos irmãos!

Continuamos a caminhar juntos nesta 3ª semana da Páscoa. O evangelho deste domingo propõe-nos que olhemos para a caminhada de dois discípulos de Jesus ao encontro do Senhor ressuscitado. Vamos orar este caminho de Emaús em ambiente de acção de graças pela vida destes dois irmãos e de muitos outros que reconhecendo a Cristo vivo aceitaram segui-lo.

Jesus, tal como os discípulos também nós caminhamos lado a lado com muitas pessoas: vivemos, trabalhamos, sofrermos alegramo-nos e, ainda sem ver falamos das aspirações do nosso coração.

sábado, 23 de abril de 2011

Ressuscitou, de verdade, o meu Amor e a minha Esperança!


Senhor, há algo que, como cristão, temos que celebrar com toda a alegria e força: a Tua Ressurreição, porque ela é a nossa esperança total. Não temos maior certeza do que esta: Tu venceste a morte e com a Tua morte Tu venceste as nossas mortes. Esta certeza é o fundamento da nossa vida. Tu não somente venceste a morte física, como venceste a morte do pessimismo, do egoísmo, da violência, da dor. Como nos diz S. João, Tu trouxeste-nos a esperança de “UM CÉU NOVO E UMA TERRA NOVA, onde não haverá mais choro, nem morte, nem luto, nem dor, porque o mundo velho passou”.

“Confia em Deus: ainda o hei-de louvar. Ele é o meu Deus e o meu Salvador.” Sl42


Hoje o mundo fica em silêncio diante de Deus. Deus fez-Se Homem e assumiu toda a nossa realidade, não evitou nem a norte. Os sacrários estão vazios, os discípulos perdidos, dispersos e feridos sem entender nada do que viveram com Jesus durante os 3 anos intensamente partilhados com Ele. Eles sentem que Deus já não tem nada mais para falar, que ficou mudo.
O que seria o mundo sem Deus? Como viveríamos se Deus estivesse longe e nunca tivesse descido à terra? Como seria a vida se Deus nunca tivesse abraçado e entendido o coração humano desde dentro? Como viveríamos se o sofrimento e a dor não tivessem sentido? O que seria se a nossa vida fosse somente um tempo para nascer, existir uns anos e morrer… nascer para depois ser esquecido um dia mais tarde. O que seria se a nossa vida não tivesse sido sonhada por Deus, criada por Ele com amor e para o amor?

quinta-feira, 21 de abril de 2011

É o Senhor!


Ao contemplar a cruz aproximamo-nos de Alguém que por amor quis ficar com o homem para sempre. A cruz não são somente dois paus vazios, uma experiência de angustia que queremos evitar, mas é o lugar do encontro com Jesus. Ele prometeu-nos antes de morrer: “Eu estarei convosco todos os dias até ao fim dos tempos”. Ele escolheu ficar connosco, na realidade em que nos encontramos, seja ela de alegria ou de dor. Por meio da Sua cruz Ele uniu-se totalmente a cada um de nós e, através da Sua ressurreição introduziu-nos na Sua vida.
No entanto, esta experiência nem sempre é instantânea. Na nossa oração é bom poder perguntar-lhe: Meu Deus, o que é que fazes aí? Qual é o sentido da cruz? Como podemos olhar para tanto sofrimento que existe no mundo e nos irmãos com quem vivo? Jesus, frente a tantos desastres naturais, violência… o que é que Tu dizes?
O Papa diz aos jovens na carta que lhes escreve para a Jornada Mundial da Juventude: “Queridos amigos, a cruz muitas vezes mete-nos medo, porque parece que é a negação da vida. Mas a realidade é o contrário. Ela é o “sim” de Deus ao homem, é a expressão máxima do Seu amor e é a fonte de onde emana a vida eterna. De facto, do coração de Jesus, aberto na cruz, brotou a vida divina, que está sempre disponível para quem queira aceitar olhar para o Crucificado. Por isso, quero convidar-vos a acolher a cruz de Jesus, sinal do amor de Deus, como fonte de uma vida nova. Sem Cristo, morto e ressuscitado, não há salvação. Somente Ele pode libertar o mundo do mal e fazer crescer o Reino de justiça, de paz e de amor, ao que todos aspiramos.”

quarta-feira, 20 de abril de 2011

“Tendo amado os seus que estavam neste mundo levou o seu amor até ao extremo”



A Quinta feira Santa é um dia para saborear o amor de Deus, devagar como quem passa cada conta do terço. Somos convidados a saborear o Amor em todas as Suas manifestações, assim ajoelhamo-nos internamente diante de tanto amor: “tendo amado os seus que estavam o mundo levou o seu amor até ao extremo” (Jo 13). Jesus inclusivé no último momento da Sua vida não quis reservar nada para Si. Ele fez-Se Homem como nós, e sendo Homem levou o Seu amor até ao extremo, ensinando-nos a viver como homens. Jesus chegou ao extremo do amor, do serviço, do fazer-se alimento que permanece connosco para sempre, de oferecer-se como sacrifício. Um amor que não foge na noite, nem quando há dor ou quando os seus amigos o abandonam, um amor que permanece.
Hoje, é o dia para saborear este Amor que nos diz: “ desejei ardentemente comer esta Páscoa com vocês, antes de morrer”. Desejei ardentemente mostrar-vos que o meu amor não são palavras, por isso Eu quis selar o Meu amor com a Minha entrega. Desejo que saibam o quanto valorizo as vossas vidas, e quanto desejo que não vivais de qualquer maneira… e por isso, vou até ao fim, até ao sacrifício da Minha vida. Por ti.

domingo, 17 de abril de 2011

«Dificilmente haverá alguém que morra por um justo; por um homem bom talvez alguém tenha coragem de morrer. Mas Deus demonstra o seu amor por nós pelo


A semana santa que hoje começa é para todos nós uma grande oportunidade, porque Jesus deseja ardentemente comer esta Páscoa connosco, como fez com os seus discípulos. Depois do caminho feito até Jerusalém, entra na cidade, consciente de que a sua maneira de viver e as suas opções- pela liberdade para denunciar os erros; pelo acolher e amar os pobres, os excluídos e os oprimidos; por apontar para novos caminhos rumo à verdadeira felicidade- o conduziriam à cruz. O caminho de Jesus termina na morte, porque muitas pessoas se sentiram ameaçadas. A lógica do amor encarnado de Deus questiona fortemente as estruturas sociais ,quanto ao modo e ao fim do exercício do poder dando ao homem uma resposta clara :Eu vim ao mundo para servir , não para ser servido. Hoje, estes valores continuam a ser questionados, a verdadeira felicidade está em viver amando e resgatando a dignidade de cada ser humano. Jesus anunciou que quem quisesse ser o primeiro, deveria ser o último, e que os chefes deveriam servir.

domingo, 10 de abril de 2011

«Quem vem a mim ainda que tenha morrido viverá, e quem está vivo viverá eternamente»




Queridos irmãos
Que bom reunirmo-nos novamente para ouvir a Palavra de Jesus neste quinto Domingo da quaresma. Desta feita Jesus convida-nos a entrar em casa, no seio familiar dos seus amigos de Betânia, os três irmãos: Maria, Marta e Lázaro. Esta família encontrava-se num momento de grande sofrimento causado pela doença e morte de Lázaro.

Acompanhemos esta família, sintamo-nos parte, neste caminho de descoberta da vida. Num primeiro momento Marta e Maria mandam avisar Jesus de que o seu irmão se encontra doente. Segundo S. João, Jesus terá tido conhecimento da doença de Lázaro pelas seguintes palavras: Aquele que amas está doente, o teu amigo está doente. Isto demonstra desde logo que uma relação de grande intimidade ligava Jesus a este homem.

domingo, 3 de abril de 2011

Ele foi , lavou-se e regressou a ver. Tu crês no Filho do Homem? (...) Eu creio Senhor!


Esta quarta semana da Quaresma introduz-nos nos sentimentos de Jesus perante a doença e a limitação humana. O Evangelho apresenta- nos o cego de nascimento e a compaixão de Jesus perante a cegueira. Ele vai a caminho de Jerusalém, mas não está centrado no sofrimento que O espera, mas deixa-se tocar pela dor de cada pessoa e comovido cura, ama, resgata, dá vida, devolve a vista. Jesus está preocupado pelos outros, está pensando em ti e em mim e na salvação que necessitamos hoje.
Necessitamos Senhor descobrir a força da Tua Palavra e da Tua mão nos nossos olhos cegos. Senhor como te aproximaste do cego de nascimento comovido pela sua situação, aproxima -te de cada um de nós e toca as cegueiras que não nos deixam reconhecer Teu amor.

segunda-feira, 28 de março de 2011

«Se conhecesses o dom que Deus tem para dar e quem é que te diz: “dá-me de beber”, tu é que lhe pedirias, e Ele havia de dar-te água viva!» (Jo4, 1-4

Neste ano litúrgico, do ciclo A, os Evangelhos introduzem-nos no sacramento do Baptismo. E porque será? Porque na Igreja primitiva fazia-se uma longa preparação para receber este sacramento. Este caminho chegava ao seu ponto mais alto no dia da Vigília, onde o catecúmeno era submerso na piscina, cheia de água, e faziam-no três vezes, para ser purificado, e assim era introduzido na grande Família da fé, nascendo para uma Nova Vida em Cristo.

O símbolo mais importante das leituras deste Domingo é a Água, e tudo o que ela representa. Para os povos antigos especialmente os orientais, a água simboliza a vida. No Novo Testamento, com o Baptismo, a água está relacionada com a salvação, e com a participação na mesma vida de Deus.

domingo, 20 de março de 2011


“Senhor, que bem estamos aqui! Façamos três tendas”



Encontramo-nos mais uma vez rumo à Páscoa do Senhor.

Nesta 2ª semana da Quaresma Jesus chama-nos a ir ao seu encontro no monte Tabor Ele caminha connosco para a cidade de Jerusalém, percorre com os discípulos de hoje a estrada das vivências quotidianas. Na verdade onde encontraremos a um Jesus sedento das nossas vidas? Onde se encontrará a sua presença delicada e paciente?

Sim, ele está totalmente e convida-nos a estar da mesma forma: nas circunstâncias de dor, de incapacidade, de tensão, de confusão, de pobreza. Deseja abraçar-nos das mais diversas formas, deseja que nos saibamos amados. Ninguém conhece como Ele as genuínas necessidades do coração humano às quais só Deus pode dar resposta cabal. Assim, Jesus como amigo de confiança não nos deixa na ignorância, quanto a estas coisas, leva-nos em comunidade a experienciar o Tabor, a presença una e trina de Deus que, abraçando por completo a história pessoal e comunitária a integra. Na cena da transfiguração, junto com Jesus vemos portanto, Abrãao e Moisés símbolos do Antigo Testamento cujo tema de conversa é a paixão de Cristo, aqui nada nem ninguém fica excluído. Este Cristo é quem fala ao coração de cada pessoa e, em Si mesmo, na sua pessoa em relação revela à humanidade o sonho de Deus. O sonho de um homem pleno que, se aceita a si próprio e deixa amar tal como é. Este é sem dúvida um homem pobre que aprende a confiar e a entregar-se, passo -a - passo, na vertigem de um amor que nos faz um.

sábado, 12 de março de 2011

Para rezar...


“Não só de pão vive o homem, mas de toda a Palavra que sai da boca de Deus” (Mt 4,1-11)
A liturgia do primeiro Domingo da Quaresma apresenta-nos Jesus a ser tentado no deserto. Jesus enfrenta a tentação. Ele viveu o mesmo que nós vivemos. Ele quis viver, na sua própria carne, as mesmas tentações, para que nas nossas tentações possamos aprender, com Ele, a sair de aí. Ele vive em nós, e por isso no meio da tentação podemos deixá-lo actuar em nós. Ele fez-nos carne da sua carne, uniu-nos a Ele e n’Ele saímos vencedores cada dia.
Senhor, Tu foste até ao deserto e assim pudeste experimentar, a fundo, o que significa a tentação. Nós no deserto da vida- ou seja, nos momentos onde não vemos o fruto da nossa entrega, em que tudo é árido, ou quando não sentimos a bondade frente ao mal que nos rodeia, ou quando sentimos o fracasso- nesses momentos sentimos fome de Ti. Sentimos fome de sermos compreendidos, de ver os êxitos, de sentir que o que fazemos tem futuro ou que serve para alguma coisa. Nesses desertos, Senhor, somos tentados e, Tu és tentado connosco.

“Não só de pão vive o homem, mas de toda a Palavra que sai da boca de Deus” (Mt 4,1-11)

A liturgia do primeiro Domingo da Quaresma apresenta-nos Jesus a ser tentado no deserto. Jesus enfrenta a tentação. Ele viveu o mesmo que nós vivemos. Ele quis viver, na sua própria carne, as mesmas tentações, para que nas nossas tentações possamos aprender, com Ele, a sair de aí. Ele vive em nós, e por isso no meio da tentação podemos deixá-lo actuar em nós. Ele fez-nos carne da sua carne, uniu-nos a Ele e n’Ele saímos vencedores cada dia.
Senhor, Tu foste até ao deserto e assim pudeste experimentar, a fundo, o que significa a tentação. Nós no deserto da vida- ou seja, nos momentos onde não vemos o fruto da nossa entrega, em que tudo é árido, ou quando não sentimos a bondade frente ao mal que nos rodeia, ou quando sentimos o fracasso- nesses momentos sentimos fome de Ti. Sentimos fome de sermos compreendidos, de ver os êxitos, de sentir que o que fazemos tem futuro ou que serve para alguma coisa. Nesses desertos, Senhor, somos tentados e, Tu és tentado connosco.

quinta-feira, 10 de março de 2011

“Se alguém quiser seguir-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me”

Com a 4ª feira de Cinzas começamos o tempo quaresmal. Estes dias são favoráveis para aproximar-nos de Jesus e poder acompanhá-lo no Seu caminho até à cruz.

Somente um amigo pode compreender o significado da dor, da luta, do caminho, do sofrimento, da alegria dos sonhos, dos desejos do seu amigo intimo e, só a amizade verdadeira pode chegar a acompanhar todos os momentos da vida. Com frequência dizemos que se vêem quem são os nossos verdadeiros amigos nas dificuldades. Aí, somente permanecem os autênticos amigos e as pessoas que estão dispostas a dar a vida por nós.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

S. Beatriz, S. Clara e S. Maximiliano

MISSÃO NAS PARÓQUIAS FRANCISCANAS DE MARVILA

O Vale de Chelas acolheu uma Semana Missionária original. Os ‘organizadores – executores’ foram três: as Paróquias confiadas aos Franciscanos Conventuais; o Sector de Animação Missionária do Patriarcado e os Institutos Missionários Ad Gentes.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Semana Missionária na região de Lisboa

Veja o cartaz com o programa da Semana de Animação Missionária (SAM) da Paróquia São Maximiliano Kolbe - Santa Clara - Santa Beatriz.

Clique sobre a imagem para ampliar

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Zona 2 do ANIMAG anuncia cancelamento da Semana Missionária de Aveiro

Dos responsáveis da zona 2 do ANIMAG recebemos a seguinte informação:

“Na sequência das nossas reuniões, a semana missionária de Aveiro, que deveria acontecer entre 12 e 20 de Março, estava praticamente programada. Agradecemos a generosidade de todos.

Como sabíeis, a equipa coordenadora tinha-se deslocado a Aveiro para um encontro com o
Arcipreste (3 horas de reunião). Ficou tudo delineado, como vem sendo nossa tradição. Ficamos a aguardar que nos convidassem, ao menos à Equipa coordenadora, para o encontro com os Párocos.
Uns 15 dias antes do Natal recebemos um e-mail do P. Pelágio, Secretariado Diocesano das Missões, a perguntar como estavam os preparativos da semana. Respondemos que da nossa parte as coisas estavam bem encaminhadas e que aguardávamos o convite para o encontro com os Párocos, para se começar a preparação mais remota (...)
Mas no dia 14 de Janeiro recebemos um e-mail, novamente do P. Pelágio, (...) que informava que há cerca de 15 dias tinha recebido a informação de que os Párocos achavam que deveriam ser mais informados sobre as razões da semana e queriam que fôssemos a u
ma reunião marcada para o próximo dia 9 de Fevereiro, às 9,30h, em Aveiro, não sabia aonde… Mas que os Párocos achavam que a Semana deveria ser em Outubro, por ser o mês missionário.
Achamos estranho, porque na reunião com o Arcipreste a equipa coordenadora (Pe António Augusto e Ir. Fernanda) tinha manifestado vontade e disponibilidade para irmos às reuniões para as quais achassem necessária a nossa presença. A data era a sempre sugerida e reservada pela diocese de Aveiro, no início da Quaresma, tempo favorável de evangelização (...).
Quando recebemos o e-mail, tentei contactar de imediato com o Arcipreste. Mas não o consegui antes da reunião do Secretariado da AIMAG que aconteceu em Fátima no passado dia 18. Aí informei os presentes e ouvi o seu parecer. Foi-me dito que continuasse a tentar contactar o Arcipreste e ver da hipótese de ainda voltarem atrás e se fazer a semana na data prevista, porque implicava com a agenda de muita gente. A não poder ser em Março, ficaria sem efeito para este ano, porque em Outubro é inviável, já que a maior parte dos membros dos Institutos missionários estão ocupados com actividades De seus Institutos.
Continuamos a tentar contactar com o Arcipreste e só no passado domingo, dia 23, o conseguimos. Foi peremptório: em Março é impossível. Assim sendo este ano não haverá semana missionária ANIMAG na diocese de Aveiro. Mas no dia 9 de Fevereiro a equipa coordenadora estará presente na reunião para dar todas as informações. Lamentamos o tempo e as energias que todos perdemos. Mas a missão também é feita de contratempos”.
A equipa coordenadora.

Comentário: para que uma semana missionária seja proveitosa, párocos e cristãos mais comprometidos nas paróquias, todos precisam desejá-la e envolver-se ao máximo. Quando actividades como estas são desejo ou imposição de alguém e não pedidas e acolhidas por todos, chega-se a impasses destes. Paciência! Com estas situações também se aprende. Para as próximas actividades deste tipo, precisamos estar mais atentos e ser, como diz o Evangelho “simples como as pombas e sagazes como as serpentes”.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Secretariado ANIMAG: 'Exposição Missionária é inviável já em 2011'

No passado dia 18 de Janeiro reuniu-se em Fátima o secretariado do ANIMAG. Devido a alguns assuntos, como a presença dos Institutos missionários em Fátima através da Exposição Missionária, esteve presente o P. Alberto, presidente dos IMAG.

Dos assuntos em agenda sublinhamos os seguintes:

- Avaliação da Assembleia Anual em Braga. Foi opinião geral que, o tema e os aspectos abordados da Assembleia, bem como a condução da mesma, foram do agrado geral. Pena que dos 25 membros do ANIMAG, 8 não estiveram presentes, o que denota falta de interesse.

- Exposição Missionária foi o assunto mais debatido e que nos levou mais tempo. A pequena equipa, que havia sido constituída anteriormente, apresentou o resultado de seus encontros e contactos. Pelos contactos havidos com o Santuário de Fátima e pelo espaço que fora apontado para esse fim (antiga capela da reconciliação), espaço que precisa de obras, foi consensual que em 2011 a realização do projecto é inviável. Dois aspectos foram decididos: continuar o diálogo com os responsáveis do Santuário; e a nível do IMAG e ANIMAG reflectir e motivar para que o projecto possa envolver todos os membros e a sua realização seja obra de todos. Sem dúvida a sua execução vai exigir a presença de todos os membros.

- Partilhamos sobre o funcionamento das zonas e a programação das semanas missionárias para 2011. As zonas estão funcionando, embora se constatem ausências. Em relação às semanas missionárias, várias já estão programadas ou em vias de programação: a da Régua, a de Trancoso e a de Chelas. A semana de Aveiro estava praticamente programada; mas nos últimos dias os párocos cancelaram-na, pedindo que fosse transferida para Outubro. O ANIMAG decidiu que este ano na diocese de Aveiro não haverá semana missionária.

Finalmente notamos a ausência de mais de metade dos delegados do ANIMAG na reunião do Secretariado. É caso para dizer: se nem os que deveriam estar mais envolvidos participam, como ousamos reclamar dos outros? A próxima reunião ficou marcada para o dia 24 de Maio.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Ecos da Assembleia ANIMAG: AS SEMANAS MISSIONÁRIAS

- As Semanas Missionárias -


Na programação e realização das semanas missionárias, alguns aspectos a ter em conta:


1. Preparação remota das semanas missionárias

  • Prospecto com linhas mestras da animação missionária - ANIMAG.
  • Articulação entre os Institutos Missionários.
  • Preparação da equipa de animadores missionários.
  • Preparação com os párocos e com os leigos mais comprometidos nas paróquias.

2. Condições de fecundidade das semanas

  • Animação missionária centrada nas necessidades concretas da pastoral diocesana e paroquial.
  • Animação missionária integrada na Igreja local, tendo em conta o plano de pastoral.
  • Potenciar e fortalecer os dinamismos missionários existentes.
  • Integrar leigos nas equipas missionárias, sobretudo aqueles que já fizeram experiência missionária e participam de grupos missionários.
  • Os leigos têm de ser missionários connosco, condição de continuidade
  • Suscitar espírito de colaboração com os párocos e leigos comprometidos antes, durante e depois das semanas missionárias.
  • Segundo as circunstâncias, ir de porta e porta com os leigos – 1ª evangelização.
  • Saber usar a linguagem dos símbolos e dos sinais.
  • Na realização da semana missionária fazer que o espaço público se torne missionário

3. Avaliação e continuidade

  • Criar grupo missionário na paróquia.
  • A avaliação feita com os párocos e com os leigos.
  • Combinar com párocos e leigos a possibilidade de continuidade.
  • O ministério da animação missionária: ajudar na formação de escolas de formação missionária (diocese).
  • Em ligação com a igreja local, preparar subsídios para os grupos missionários.
  • Possibilitar fazer experiência missionária (voluntariado missionário).